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	<title>Blog dos voluntários do Texto Livre</title>
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		<title>Blog dos voluntários do Texto Livre</title>
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		<title>EVIDOSOL: um espaço de construção do saber</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Encontro Virtual de Documentação em Software Livre – EVIDOSOL – pode contribuir para a construção da autonomia e muitas das vezes por tornar a sala de aula um ambiente colaborativo e atrativo a todos. Pode possibilitar um ambiente de discussão voltado para o desenvolvimento de uma postura crítica do aluno, frente a temas relacionados [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=186&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O Encontro Virtual de Documentação em Software Livre – EVIDOSOL – pode contribuir para a construção da autonomia e muitas das vezes por tornar a sala de aula um ambiente colaborativo e atrativo a todos. <span id="more-186"></span>Pode possibilitar um ambiente de discussão voltado para o desenvolvimento de uma postura crítica do aluno, frente a temas relacionados ao seu contexto, seja este vivenciado ou não, pois estabelece também um intercâmbio com diferentes realidades. Assim, se nos propusermos discutir <em>“Câmeras de segurança e internet”</em>, acabamos por esbarrar em questões ligadas à segurança pública, daí podemos convidar para a discussão nesse ambiente, um representante da segurança pública que muitas das vezes não pode ir até a escola e deixaria registrado então nessa ferramenta sua fala relativa ao tema.</p>
<p>Com o objetivo ampliar o debate em torno da documentação trocas de experiências, o EVIDOSOL além de tudo reflete sobre novos e crescentes diálogos entre linguagem e tecnologia. Assim esse encontro proporciona situações que levam ao desenvolvimento contínuo da escrita, com isso percebemos aspectos bem positivos nesse encontro; ele ultrapassa, fronteiras contribuindo na construção não só de um conhecimento voltado a criticidade como reporta ao ensino da língua nas suas modalidades escrita e oral e nos põe em constante análise relativa a escrita.</p>
<p> </p>
<p><strong>Autores:</strong></p>
<p>Adalberto, Jean Otoni e Maria de Lourdes.</p>
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		<title>Documentos de Qualidade ou que fossem no mínimo isentos na má formação dos leitores internautas</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/documentos-de-qualidade-ou-que-fossem-no-minimo-isentos-na-ma-formacao-dos-leitores-internautas/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 19:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[O uso da internet como meio de informação.
As possibilidades são grandes, porque podemos trocar informações a todo o momento, não somente trocar, mas buscar informações através da web.
 Verificando as possibilidades de troca com as comunidades, despertou em nós várias, dentre elas estão: Sistema Segurança de Informação; Vamos Tomar Cuidado com o Plágio. Escolhemos estas comunidades, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=183&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O uso da internet como meio de informação.</p>
<p>As possibilidades são grandes, porque podemos trocar informações a todo o momento, não somente trocar, mas buscar informações através da web.<span id="more-183"></span></p>
<p> Verificando as possibilidades de troca com as comunidades, despertou em nós várias, dentre elas estão: Sistema Segurança de Informação; Vamos Tomar Cuidado com o Plágio. Escolhemos estas comunidades, porque estão mais  próximo com o trabalho pedido aos alunos a respeito de gêneros.</p>
<p>A cada dia que passa, nós professores (privilegiados), por acessarmos sites, páginas na internet, percebemos o surgimento de vários gêneros, inclusive programas de entretenimento para jovens via web, sem nenhum preocupação com a formação e o quanto eles os influenciam na formação de leitores e ou mesmo na deturpação de informações direcionada aos nossos novos usuários (leitores). Quando deparam com palavras, frases, textos, com erros primários que vão além da grafia incorreta, por exemplo: pontuações, erros de concordância verbal, misturas de  pessoas e desinências no discurso, frases sem nexos, e muito até distanciados da linguagem culta. Para os novos leitores-aluno  que já têm uma certa dificuldade em aprender e produzir bons textos torna-se mais difícil o aprendizado da língua portuguesa em relação à norma culta. Cabe ao profissional, ensinar que na oralidade há uma liberdade maior de expressões; por exemplo, o uso de gírias, explicitando que os mesmo pertencem ao uso da linguagem informal e que há uma grande diferença na escrita.<br />
  Mostrar a eles também que ao transitar entre esses parâmetros, aplicar o uso da linguagem coloquial ou culta dependerá do local de acordo ao momento adequado, mas salientando-os que na escrita da norma padrão se fazem necessárias.<br />
 Para o professor, seu trabalho de formação, que visa levar o aluno a ser proficiente e tenha competências para alternar entre um gênero e outro, fica ainda mais difícil, pois sabemos que cada dia é criado sites, programas, jogos, blogs, bate papos e etc, cada vez mais interessantes, e que mudam o tempo todo, mostrando o novo sem nenhuma preocupação de levar as diferenças do uso da língua oral pela escrita. Misturam ficção e real, surgindo novas linguagens entre eles, e que tudo isso vão de encontro ao comportamento do jovem que gosta do inovador, do desafiante. Aliado a sua formação e envolvendo toda complexidade da adolescência,  e que muitos professores e pais, não entendem o processo da adolescência, que é adoecer. Os mesmos ainda não estão prontos, pois  estão em transição e não entendem tantas cobranças, sintomas, compromissos. A maioria quer se rebelar diante de tanta transformação física e psíquica a qual estão vulneráveis. E encontram refúgio, em sites e programas voltados apenas para o entretenimento, fazem deles suas zonas de conforto, se fechando para o mundo externo, onde só eles e “profissionais” descompromissados com a formação, têm acesso ou serão acessados. Assimilam e internalizam tais erros com uma facilidade inexplicável, que vão de encontro, a questões mais profundas de comportamento que é também negar regras e limites.</p>
<p>Cabe a nós professores,  co-responsáveis pela formação desses novos leitores, colocá-lospara refletir o tempo todo sobre o uso da nossa língua, identificando cada vez mais o uso do certo, errado e o diferente.</p>
<p> </p>
<p><strong>Autores:</strong> <span style="font-size:x-small;">Leopoldo / Ronildo Carlos Dias</span></p>
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		<title>Vivendo na era da informática</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/vivendo-era-informatica/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 18:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivendo na era da informática. Computadores, internet, blogs, chats&#8230;, estão entrando porta adentro em nossas vidas.
Na educação, o uso do computador vem se tornando um elemento ativo, colaborando muito para o universo escolar. Nossos alunos dominam essas máquinas com muita facilidade: navegam pela internet, enviam e-mail, batem papo em chats, fazem download, criam orkut, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=179&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Estamos vivendo na era da informática. Computadores, internet, blogs, chats&#8230;, estão entrando porta adentro em nossas vidas.</p>
<p>Na educação, o uso do computador vem se tornando um elemento ativo, colaborando muito para o universo escolar. <span id="more-179"></span>Nossos alunos dominam essas máquinas com muita facilidade: navegam pela internet, enviam e-mail, batem papo em chats, fazem download, criam orkut, etc.,</p>
<p>Diante de tanta tecnologia e de tantas mudanças, devemos nos perguntar: Quais os recursos que podem ser utilizados para facilitar a aprendizagem do aluno, por exemplo, no ensino da Língua Portuguesa?</p>
<p>A produção da escrita nas escolas necessita ser trabalhada de forma mais instigante pelos professores. É nesse momento que esses recursos serão utilizados. Na Literatura, podemos utilizar os chats, blogs, fóruns etc, como um grande aliado no domínio da leitura e produção de vários gêneros textuais.</p>
<p>Podemos citar como exemplo a nossa proposta de trabalho desenvolvida para alunos do 9º ano do ensino fundamental que consiste em inserir os alunos num espaço virtual e utilizar os vários recursos acima citados. Esses alunos terão a oportunidade de criticar e ao mesmo tempo mostrar criatividade em relação aos textos literários, serão estimulados a ler, produzir e a reescrever textos virtuais, verificando o uso da norma padrão da língua. Além disso, irão pesquisar, selecionar, comentar, discutir e registrar em chats, fóruns e blogs todo o processo realizado.</p>
<p>O professor, nesse momento, assume um caráter de coordenador dos alunos e não de um mero falante, transmissor de idéias e conhecimentos.</p>
<p>Quando os alunos têm a oportunidade de se tornarem participantes ativos e interativos nas aulas ministradas, eles se sentem mais motivados e o retorno é mais positivo e prazeroso.</p>
<p>O que devemos desenvolver nos alunos é exatamente isso, despertar a consciência e a importância em se utilizar todos os recursos da informática adequadamente na escola e os benefícios que o computador pode proporcionar em seu percurso acadêmico. Além disso, o computador também contribui em sua inserção e participação na sociedade, independentemente de seu nível sócio-econômico e/ou cultural, portanto, sem preconceitos.</p>
<p><strong>Autores:</strong> Danielle, Gleyda e Maria das Dores</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Um novo olhar sobre as práticas discursivas produzidas pelos alunos de Ensino Fundamental e Médio</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/um-novo-olhar-sobre-as-praticas-discursivas-produzidas-pelos-alunos-de-ensino-fundamental-e-medio/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Fala-se muito na linguagem da internet como uma forma &#8220;assassina&#8221; da língua materna. Isso não condiz com a realidade. O que ocorre nas conversas online, principalmente entre os jovens, é o uso das abreviações. Esse uso justifica-se pela rapidez e liberdade permitidas. Porém, como qualquer gênero, o seu léxico será escolhido e utilizado a partir [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=174&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Fala-se muito na linguagem da internet como uma forma &#8220;assassina&#8221; da língua materna. Isso não condiz com a realidade. O que ocorre nas conversas <em>online</em>, principalmente entre os jovens, é o uso das abreviações. Esse uso justifica-se pela rapidez e liberdade permitidas. Porém, <span id="more-174"></span>como qualquer gênero, o seu léxico será escolhido e utilizado a partir de uma situação de produção.</p>
<p>Essa forma de comunicação foi e continua sendo o fantasma que assombra muitos professores de Português no ensino fundamental e médio. Alguns culpam a internet e seus meios rápidos e atrativos de prejudicar a Língua Portuguesa. Sabemos que essa preocupação baseia-se numa crença de que a língua está restrita aos aspectos gramaticais. Esse grupo esquece que língua é dinâmica e antes mesmo da classificação gramatical, nós nos comunicávamos com eficiência.</p>
<p>Nas escolas exige-se, normalmente, a aplicação da linguagem padrão. Mas é necessário deixar claro para o aluno que a linguagem padrão é apenas uma entre tantas outras. Se na escola “ensinamos” a língua padrão, se a exigimos, é porque há uma cobrança social que pede a uniformização dos discursos. No entanto, esse discurso não é igual em todas as situações.</p>
<p>Numa conversa em um <em>chat</em>, os integrantes provavelmente utilizarão abreviaturas e <em>emoticons</em>, próprios da linguagem desse meio. Aquele que se aventura a escrever na linguagem padrão nesse veículo acaba sofrendo certo “preconceito” por parte dos integrantes, lembrando que nesse exemplo falamos em conversas informais entre amigos. Mas se em um <em>chat, </em>conversamos com o diretor da empresa ou com alguém que exija maior formalidade, porque o assunto é mais formal, não é condizente que utilizemos linguagem informal e muito menos <em>emoticons</em> .</p>
<p>Nós mesmos, professores de LP, somos portadores de resistências às novas tecnologias e acabamos, sem perceber, passando uma imagem inadequada do trabalho com essa linguagem para o aluno. Este, por sua vez, é muito mais aberto a novidades e, por mais que queiramos não acreditar, conseguem diferir o uso das linguagens em determinado contexto de produção. O que ocorre às vezes é o aluno mesclar um pouco esse discurso, mas ele consegue enxergar a incoerência cometida.</p>
<p>A possibilidade proporcionada pelo Texto Livre e seus parceiros de criação de programas de computadores a serem utilizados em aulas virtuais é muito importante para os professores, pois abre uma nova visão do trabalho com os recursos tecnológicos e o aproxima da linguagem da internet. Há uma quebra de barreiras. Existe troca de experiências entre o Texto Livre e o educador, uma vez que este traz ao programa sua visão prática da sala de aula; e o programa oferece ferramentas para auxiliar o trabalho do professor.</p>
<div>
<div><strong>Autores:</strong></div>
<div>
<p>Ângela Imaculada Rodrigues Resende</p>
<p>Fátima Andréa Santos</p>
<p>Flávia Patrício Lucas</p>
<p>Giorgio Gonçalves</p></div>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Inserção do ambiente virtual na sala de aula</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/insercao-do-ambiente-virtual-na-sala-de-aula/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:54:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://otextolivre.wordpress.com/?p=172</guid>
		<description><![CDATA[Propomos a inserção do ambiente virtual na sala de aula voltado para o ensino da leitura e produção de textos. A utilização desse recurso é atrativa para os nossos alunos e, se apresenta como um universo extensamente explorável.
Consideramos que o estudo de leitura e produção de textos em computadores é um recurso rico, seja na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=172&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Propomos a inserção do ambiente virtual na sala de aula voltado para o ensino da leitura e produção de textos. A utilização desse recurso é atrativa para os nossos alunos e, se apresenta como um universo extensamente explorável.<span id="more-172"></span></p>
<p>Consideramos que o estudo de leitura e produção de textos em computadores é um recurso rico, seja na parte metodológica, didática e principalmente na parte lúdica, e que isso despertaria o interesse do aluno em escrever.</p>
<p>Escrever não só para a professora, mas para outras pessoas virtuais, seria um estímulo. E o desenvolvimento das aulas num ambiente mais próximo da realidade dos alunos despertará um maior interesse no aprendizado.</p>
<p>O profissional da educação tem a consciência de que para que haja aprendizagem, é preciso estabelecer um vínculo com as vivências dos alunos.</p>
<p>Ele deve ter em mente que o objetivo é a aquisição do conhecimento e não a transmissão de conteúdo desconexo e sem representatividade. O educador deve ter uma mente aberta para a tecnologia e não ver o computador como um &#8220;bicho de sete cabeças&#8221;. Deverá sim, inserir essa nova tecnologia no universo escolar.</p>
<p>O que nós observamos hoje em sala de aula é a grande dificuldade de o aluno construir, formular hipóteses. Cremos que um pouco dessa dificuldade se deve à falta de ligação com a vivência dele. Esperamos que a informática, por favorecer um contato com o imagético, com a possibilidade de visualização, possa ser de grande proveito para que esse conteúdo seja melhor assimilado.</p>
<p>Quanto mais, nós, professores, aproximarmos a teoria da realidade vivenciada pelo aluno maiores possibilidades de apreensão da matéria ele terá.</p>
<p>A proposta de utilização e desenvolvimento de um software livre é fantástica se pensarmos que isso, num ambiente escolar, representa um avanço considerável. Dentro desta ideologia destacamos o projeto Texto Livre que disponibiliza recursos para os professores inovarem sua maneira de ensinar. Com essa tecnologia inserida em sala de aula, o professor, terá um rico acervo de metodologia para preparar suas aulas, o que sairia daquela aula monótona, cansativa e repetitiva.</p>
<p>É importante ressaltar que o projeto possibilita a atividade de repensar a prática e reestruturar a proposta o tempo todo, uma vez que contamos com um suporte. Isso também permite a adequação de acordo com a realidade da escola.</p>
<p>O projeto Texto Livre é super inovador e quebra com as barreiras daquela antiga aula, em que o professor sofre para conseguir que a turma fique em silêncio, levando-o a um gasto excessivo de sua voz. Favorece uma nova didática em que o professor terá menos desgaste, pois contará com um retorno mais positivo por parte do aluno.</p>
<p> </p>
<p><strong>Autores:</strong>  Chiara Lacerda Rodrigues, Liliane Gomes Falcão e Maria Lucimar Pereira</p>
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		<title>O uso digital em sala de aula</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se tem escrito e falado sobre o uso do computador em sala de aula. Essas discussões possuem duas vertentes &#8211; de um lado um professor que desconhece muitas vezes o suporte virtual e seus recursos poderosos para mudar as expectativas da sala de aula e a construção do conhecimento. Do outro lado, vemos alunos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=169&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Muito se tem escrito e falado sobre o uso do computador em sala de aula. Essas discussões possuem duas vertentes &#8211; de um lado um professor que desconhece muitas vezes o suporte virtual e seus recursos poderosos para mudar as expectativas da sala de aula e a construção do conhecimento. Do outro lado, vemos alunos que ansiosos pela inovação, buscam na tela e no cursor, universos ainda desconhecidos que podem visitar sem um direcionamento pedagógico.</p>
<p><span id="more-169"></span>O que fazer?</p>
<p> O computador é uma realidade! Quer queiram, quer não ele é uma máquina acessível a todo indíviduo. Aquele que não o tem em casa possui a opção de ir a uma lanhouse onde pode visitar, em horários flexíveis, por um valor irrisório. É, portanto, um mundo acessível para qualquer idade ou lugar. A presença do virtual é contaminante.</p>
<p>Sendo assim o universo educacional não pode excluir tal pressuposto e viver em uma inércia como se esse mundo acontecesse somente dentro dos muros da escola. A internet é uma porta escancarada, pois mostra novos horizontes permitindo outros contatos com o mundo e um olhar mais inclusivo.</p>
<p>O professor precisa vencer essas barreiras. Ver o novo, o inédito, o diferente não como um inimigo que está à espreita pronto para tirá-lo do seu local de poder, mas como um aliado! Fazer de suas aulas momentos onde a adequação, a função deste novo gênero facilitem a transmissão do conhecimento. Relações colaborativas e cooperativas entre as comunidades virtuais devem fazer parte do processo de aprendizagem sem que um destrone o outro.</p>
<p>Os conteúdos programáticos podem receber uma nova vestidura, a sala de aula pode tornar-se um espaço de interação, de troca de resultados.</p>
<p>Como podemos ver esta é uma proposta que não há como fugir dela. A parceria aluno, professor e suportes digitais precisam estar sincronizados. A proposta pedagógica deve levar em consideração o aluno como usuário e conhecedor de determinadas técnicas, o professor como mediador do processo para localizar e situar o aluno e o computador como meio e não fim do processo. O recurso é, portanto, sair da defensiva e buscar mais intimidade com o computador, saber o que ele pode fazer, para depois saber o que fazer com ele. É uma primeira premissa para uma renovação didática e uma transformação do conhecimento num processo interativo e expansivo do digital em sala de aula.</p>
<p> </p>
<p><strong>Autores:</strong> Elaine  Schiavon Cordeiro e Rachel Moreira</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O professor e as novas tecnologias de informação</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Ana Cristina Fricke Matte afirma em seu texto “Do professor para estudante”, afirma que “o ferramental teórico é tão importante quanto o ferramental tecnológico” e  “&#8230;aprendi nas minhas andanças que um profissional, para ser bom, precisa saber usar as ferramentas corretas. Em qualquer área. Na letras não é diferente”. Para nós professores de Português essa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=165&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Ana Cristina Fricke Matte afirma em seu texto “Do professor para estudante”, afirma que “o ferramental teórico é tão importante quanto o ferramental tecnológico” e  “&#8230;aprendi nas minhas andanças que um profissional, para ser bom, precisa saber usar as ferramentas corretas. Em qualquer área. Na letras não é diferente”. Para nós professores de Português essa fala muito nos auxilia.<span id="more-165"></span><br />
É necessário que façamos uma interação entre a nossa prática profissional inserida juntamente com as novas tecnologias de informação, de forma que nossos alunos coloquem nas práticas de escrita aquilo que foi ensinado. Em relação a essa prática do ato de escrever, vemos que a sua inserção no mundo da tecnologia informacional muito contribui, pois a participação na cultura livre, o debate em comunidades virtuais, leitura e interpretação de gêneros na web faz do aluno um bom escritor de textos, exercitando assim a teoria aprendida.<br />
Através desses recursos, o aluno percebe que o sentido do texto está na comunicação, e sabemos que quanto mais real a situaçao de comunicação, maior é a produtividade do aluno. A interação desses alunos com outros integrantes de redes que discutem a cultura livre é muito produtiva, na verdade uma situação concreta, para ambos os lados; o aluno irá adquir conhecimento e o profissional verá interesse e terá mais motivação em desenvolver o trabalho.<br />
Dessa forma seria necessário, em algumas escolas, produzir alguma atividade em curso para professores, uma parceria entre Escola e Universidade. O professor deve ser o primeiro a interagir no processo tecnológico informacional e na discussão do texto livre. Não adianta a instituição escolar possuir muitos computadores se não há formação pessoal para um manuseio que leve a resultados relevantes. A observação pode ser dada com essa disciplina do curso de especialização em Língua Portuguesa da UFMG, a qual trabalhou a questão de gêneros e recursos online”, Muitos de nós professores, tivemos um certo grau de dificuldade e adaptação ao fato das aulas serem online, e os alunos? Eis a questão a ser pensada e analisada de forma mútua.</p>
<p><strong>Autores:</strong></p>
<p>Alessandro, Alessandra, Maria do Carmo, Maria Tereza, Romilda</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/otextolivre.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/otextolivre.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/otextolivre.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/otextolivre.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/otextolivre.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/otextolivre.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/otextolivre.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/otextolivre.wordpress.com/165/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/otextolivre.wordpress.com/165/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/otextolivre.wordpress.com/165/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=165&subd=otextolivre&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tecnologia da Informação na sala de aula</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, o computador pode ser considerado uma realidade na sala de aula e nas empresas das mais variadas. A questão principal no momento é como aplicar bem esse recurso, que nada mais é que um suporte universal, ao qual nos agregamos à medida que começamos a utilizá-lo, desde a realização de atividades  simples, como por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=164&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hoje, o computador pode ser considerado uma realidade na sala de aula e nas empresas das mais variadas. A questão principal no momento é como aplicar bem esse recurso, que nada mais é que um suporte universal, ao qual nos agregamos à medida que começamos a utilizá-lo, desde a realização de atividades  simples, como por exemplo, a construção de orçamento doméstico à elaboração de um projeto arquitetônico. <span id="more-164"></span>Países como o Japão intensificaram o uso das tecnologias de informação com o intuito de resolver problemas sociais, propiciando condições para que a grande maioria de sua população utilizasse as TI no cotidiano. Também no Brasil, o governo está preocupado em fazer com que a computação seja vista como uma formação básica e que o contato com ela comece na infância. Seu uso deve, portanto,  ser considerado fundamental no ensino nas diversas disciplinas e áreas do conhecimento.</p>
<p>Professores que trabalham nas redes municipal e estadual da Região Metropolitana de Belo Horizonte defendem e reconhecem a importância que o computador representa na sala de aula. Porém, demonstram pouca familiaridade com sua aplicação e o que isso nos propicia. Interesse  não falta, mas levar as experiências de uma aula on-line para a realidade da escola pode ser tarefa difícil, passando por dificuldades como a própria infraestrutura escolar e a ideologia prevalecente entre seus profissionais.</p>
<p>No entanto, um grande avanço se concretiza quando esses profissonais e as instituições em que atuam se preocupam com o aperfeiçoamento da prática educacional. O rápido e dinâmico processo do  desenvolvimento das tecnologias de comunicação/informação não mais permite a apatia do professor na sala de aula, sob o risco de o aluno não apernder de fato.</p>
<p>O curso de Especialização em Língua Portuguesa da Faculdade de Letras de MG (UFMG) é uma demonstração da importância  disso. Ensinar  leitura e produção de textos passa necessariamente pelo estudo e aplicação de tecnologias de informação/comunicação. Especificamente, a disciplina “Gêneros e recursos on-line”, na forma como foi ministrada pela professora Ana Cristina Fricke Matte, mostra-nos de forma prática o que é possível fazer em aulas mediadas por computador. Foi possível vivenciar experiências como a do Evidosol, dentro do programa Texto Livre. Conhecer e participar ativamente desse processo induz o aluno a leituras e atitudes mais críticas diante de toda a informação sobre uso de computador, especialmente o recurso da Internet. Ao mesmo tempo que propõe uma vivência do que é uma aula on-line, A disciplina orienta a leitura de textos que fundamentam a prática.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Autores:</strong></p>
<p>Alessandro, Alessandra, Maria do Carmo, Maria Tereza, Romilda</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/otextolivre.wordpress.com/164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/otextolivre.wordpress.com/164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/otextolivre.wordpress.com/164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/otextolivre.wordpress.com/164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/otextolivre.wordpress.com/164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/otextolivre.wordpress.com/164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/otextolivre.wordpress.com/164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/otextolivre.wordpress.com/164/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/otextolivre.wordpress.com/164/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/otextolivre.wordpress.com/164/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=164&subd=otextolivre&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>CONTRIBUIÇÕES DO TEXTO LIVRE PARA O ENSINO DE LINGUA PORTUGUESA</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/contribuicao-texto-livre-ensino-lingua-portuguesa/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[O computador algumas décadas atrás só era de conhecimento de especialistas. Depois de algum tempo a tecnologia se popularizou e passou a fazer parte da vida social de todas as pessoas.  É nesse contexto que o texto livre contribui para o ensino de língua portuguesa. 
 Uma dessas contribuições está na variação lingüística. Esta é decorrente também [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=160&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O computador algumas décadas atrás só era de conhecimento de especialistas. Depois de algum tempo a tecnologia se popularizou e passou a fazer parte da vida social de todas as pessoas.  É nesse contexto que o <strong>texto livre </strong>contribui para o ensino de língua portuguesa. <span id="more-160"></span></p>
<p> Uma dessas contribuições está na variação lingüística. Esta é decorrente também dos meios tecnológicos. Nesse sentido, fazer com que os alunos lêem e produzem textos no portal <strong>texto livre </strong>contribui para que eles identifiquem novas linguagens de acordo com as novas tecnologias. Isso seria uma parte importante no que diz respeito à questão da variação lingüística, o que é, inclusive sugerido nos PCN de Língua Portuguesa.</p>
<p> Outra contribuição  relevante diz respeito à tradução. As atividades de tradução enriquecem o aprendizado de português dos alunos, pois elas criam uma nova janela no ensino de português: um olhar mais crítico sobre o processo de tradução. O aluno  amadurece seus conceitos, assim como cria estratégias discutidas em grupo sobre os processos de tradução. É interessante perceber que em todo processo de tradução no Texto Livre o aluno  tem autonomia, assim como suporte para suas dúvidas. Pelo Texto Livre o aluno pode produzir, publicar e compartilhar  seus textos. O aluno torna-se um sujeito crítico, pois há espaço para  questionar outros textos e acrescentar  para si novos critérios para sua tradução. Além  disso, a tradução exige um conhecimento mais técnico do português.</p>
<p> E enfim, quando se pensa nos benefícios do texto livre para as aulas de Português, não se pode deixar de fora uma reflexão sobre as interações que se dão na ferramenta em questão. A interação não se dá mais pelo contato professor-aluno: uma outra ferramenta – o computador / a internet &#8211; se estabelece modificando as formas de linguagem e de ação sobre o texto. Não somente, as ferramentas dispostas diante do aluno no computador – tela, teclado, páginas na web, editores de texto – exigem atitude e ação do aluno. Dessa forma, a proposta da colaboração no Texto livre desencadeia várias formas de interação entre os sujeitos. O que é primordial no processo de ensino e aprendizagem de língua portuguesa.</p>
<p><strong>Autores:</strong>  Aparecida, Graciele, Marta e Rafael.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/otextolivre.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/otextolivre.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/otextolivre.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/otextolivre.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/otextolivre.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/otextolivre.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/otextolivre.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/otextolivre.wordpress.com/160/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/otextolivre.wordpress.com/160/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/otextolivre.wordpress.com/160/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=160&subd=otextolivre&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Texto Livre – Um novo gênero na abordagem do cotidiano</title>
		<link>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/texto-livre-%e2%80%93-um-novo-genero-na-abordagem-do-cotidiano/</link>
		<comments>http://otextolivre.wordpress.com/2009/07/29/texto-livre-%e2%80%93-um-novo-genero-na-abordagem-do-cotidiano/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 17:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>otextolivre</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura livre]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[texto livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O Texto Livre é um grupo de suporte à documentação em Software Livre ao mesmo tempo em que pretende ser um método para o ensino de produção textual na academia. Baseado nessa informação a discussão desse artigo é voltada para a receptividade e a inserção dos gêneros digitais dentro do contexto educacional, mais especificamente, a sala de aula.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=otextolivre.wordpress.com&blog=2915723&post=155&subd=otextolivre&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Resumo:</strong> O Texto Livre é um grupo de suporte à documentação em Software Livre ao mesmo tempo em que pretende ser um método para o ensino de produção textual na academia. Baseado nessa informação a discussão desse artigo é voltada para a receptividade e a inserção dos gêneros digitais dentro do contexto educacional, mais especificamente, a sala de aula.</p>
<p><span id="more-155"></span> <strong>Palavras Chaves:</strong> Texto Livre, sala de aula.</p>
<p><strong>Abstract:</strong> The text available that&#8217;s a bevy as of brace at the booklet well into Software Available at the same moment wherein he pretends being a method for its I school as of crop textual at the academia. Based in that this data the argument he might give article is lap for the receptiveness and the insertion of the geners you type within the context educational, more namely, the room as of lesson.</p>
<p><strong>Keys Words:</strong> Text Available and classroom.</p>
<p>Uma das discussões mais abordadas hoje é a questão da escrita perfeita, visto que o falante da nossa língua que não fala/escreve “corretamente” o português “padrão” está sujeito a muitas críticas sociais. De fato é um assunto muito polêmico, mas para discuti-lo temos que levar em consideração: Quem são esses leitores?, Que tipo de textos leem? Qual a faixa etária e escolaridade?</p>
<p>Temos que ter em mente que esses fatores estão ligados aos variados gêneros presentes em nosso cotidiano.  Segundo Marcuschi ( 2002),  os gêneros são:</p>
<p>“Fruto de trabalho coletivo, os gêneros contribuem para ordenar e estabilizar as atividades comu­nicativas do dia-a-dia. São entidades sócio-discursivas e formas de ação social incontornáveis em qualquer situação comunicativa. No entanto, mesmo apre­sentando alto poder preditivo e interpretativo das ações humanas em qualquer contexto discursivo, os gêneros não são instrumentos estanques e enrijecedores da ação criativa. Caracterizam-se como eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos”.</p>
<p>A partir disso é possível tentar entender o porquê dos questionamentos de alguns “intelectuais” acerca do que seja a “escrita perfeita”, sendo que o gênero está diretamente ligado aos fatores apresentados no início deste artigo, e, principalmente, com quais objetivos se escreve e para quem se escreve.</p>
<p>Não é correto exigir, por exemplo, de nossos alunos de 8º ano do Ensino Fundamental (antiga 7<sup>a</sup> série) que escrevam um memorando, se os mesmos nunca tiveram acesso a tal gênero. É necessário que haja, primeiramente, uma apresentação do gênero, por parte do professor, de forma sistemática e direcionada, através de explanações e exemplos didáticos e concretos. Temos que ter em mente que a produção textual deve ser direcionada a um público e não pedir que os alunos escrevam pelo simples fato de escrever, para corrigir erros ortográficos e avaliar seu desempenho escolar. Se exigirmos apenas isso, “matamos”, de uma vez por todas, quaisquer possibilidades que os discentes venham nos apresentar futuramente e, assim, não teremos chances de termos acesso a “grandiosas produções”.</p>
<p>Paralela a essas discussões, podemos acrescentar as abordagens feitas acerca do uso do computador em sala de aula e como ele revolucionou a forma de se comunicar. Hoje não precisamos estar fisicamente perto para ouvir e ver a pessoa com quem estamos conversando, basta “teclar”.</p>
<p>No campo educacional vemos nova preocupação com a escrita, uma vez que um “novo monstro” tomou o lugar do gerundismo: o <em>internetês</em>, uma linguagem sucinta, abreviada, coloquial, dinâmica, que mistura letras com ícones. Para os apavorados, incluindo os pais dos alunos, podemos afirmar: essa língua não vai destruir a língua “padrão”. <em>Por quê?</em> Alguém pode perguntar. Porque a língua muda e com ela sua adequação aos variados contextos sócio/comunicativos/históricos, bem como ao uso que os falantes/usuários fazem dela.</p>
<p>Então o aluno pode escrever assim o tempo todo? No <em>MSN</em>, no <em>CHAT</em>, no <em>ORKUT</em>, sim. Porque nessas situações a língua “padrão” dificultaria a comunicação, tornando a conversa lenta e inadequada para esse contexto virtual. Cabe aos professores tranquilizar os pais e ensinar aos seus alunos a adequarem o uso da escrita ao contexto/situações em que estão inseridos/exigidos. Você já viu alguém de <em>smoking</em> na praia? Seria o mesmo que um aluno escrevendo em um bate papo virtual: “Não tenho conhecimento acerca do referido assunto” ao invés de “Não sei.” Como aliado para um trabalho mais efetivo com a língua e as novas tecnologias que surgem a todo momento, o professor conta com o Texto Livre. Um suporte educacional para o ensino de produção textual.</p>
<p>DIONISIO, Angela Paiva; BEZERRA, <span style="border-bottom:1px dashed #0066cc;background:transparent none repeat scroll 0 0;cursor:pointer;">Maria Auxiliadora</span>. <strong>Gêneros textuais &amp; ensino.</strong> 2. ed. <span>Rio de Janeiro</span>: Lucerna, 2002. 229p. ISBN <span>8586930180</span></p>
<p><strong>Autoras:</strong></p>
<p>Anna Angélica Souza</p>
<p>Carla Coelho</p>
<p>Flávia Mota</p>
<p>(Pós graduandas em Ensino de Leitura e Produção de Textos)</p>
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